Se pesquisarmos no Google ou em qualquer ferramenta de busca online sobre as redes sociais, encontraremos milhares de artigos explicativos, positivos e alguns apontando os erros possíveis ao estar participativo dentro das redes.
Certo, já temos conteúdo o suficiente para saber o que são e o que não fazer dentro delas. E mesmo assim encontramos pesquisas que apontam o receio de muitas empresas brasileiras em ingressar nas redes sociais, sendo que no inicio do ano foi revelado a participação de 17% de empresas paulistanas participativas em uma amostra de 500 gestores.
Agora nos perguntamos: Por quê?
Podemos citar vários cases que deram certo e alguns outros que não. Mas o fato é que nos dias de hoje a web 2.0 já tomou conta do cotidiano brasileiro, e não há como fugir dessa realidade.
A internet tornou-se o meio de comunicação mais visto do mundo, e hoje já sabemos que não ter um site é não ter informação suficiente a oferecer. Então nos aprofundamos na cultura atual, de como as pessoas usam a internet, de como a internet está presente em suas vidas, e principalmente, onde as pesquisas apontam o maior tempo gasto dentro dela:
redes sociais.
Os internautas são consumidores, fato. Não estamos falando de e-commerce, e sim do relacionamento. Esses que estão usando o Orkut, postando no Twitter ou qualquer que seja a rede social, estão expondo exatamente o que são e o que querem. E qual a melhor oportunidade para uma empresa, de qualquer porte que seja, em fazer uma boa imagem e conseqüentemente vender mais, do que saber o que realmente seu consumidor quer?
São as redes sociais que dão a oportunidade de uma empresa andar junto com seu cliente, fazer junto o melhor para ambos, trocando informações constantemente. Não importa se existirão críticas, de qualquer forma elas existem, e a melhor maneira de lidar com elas é ter um bom relacionamento com quem a fez/faz.
Se você fizer um outdoor mal feito, uma página de revista mal feita, um jingle mal feito, as criticas existirão da mesma forma, com a diferença de um delay de informação, o qual dificulta a rapidez em resolver o problema.
Os consumidores 2.0 querem estar envolvidos com o que consomem; querem ter informação rápida; querem atendimento adequado ao seu dia-a-dia.
Se sua empresa não está nas redes sociais, ela também não está preocupada com o que faz a empresa crescer: seu consumidor. E isso é um grande erro que, daqui em diante na cultura atual, não poderá mais ocorrer. Não estar nas redes sociais, em algum tempo, será quase um suicídio.
Os riscos em falar algo errado ainda existe, claro. Como em qualquer mídia. Mas também, como em qualquer mídia, há profissionais treinados e competentes para trabalhar nas redes sociais como mídia. Há profissionais empenhados em fazer com que as mídias sociais só tragam bons resultados, e cada vez mais lucro para sua empresa.
As redes sociais acabam sendo um boca-a-boca virtual, e o que sempre ouvimos foi “a melhor propaganda é o boca-a-boca”. Então pra que ficar fora delas?
