Mais uma vez apostando em aplicativos de jogos sociais, o Google divulgou, na segunda 30/08, sua nova aquisição: SocialDeck. E a disputa por espaços no mercado web fica a cada dia mais acirrada.

A empresa, localizada no Canadá, é desenvolvedora de Jogos Sociais, e já desenvolveu jogos para plataformas móveis para serem jogados em vários aparelhos e em redes sociais. Só no ano passado, a empresa divulgou que teve mais de um milhão de download de jogos para celulares.

Não houve divulgação por parte do Google, mas a SocialDesk fez questão de publicar em seu site a nova parceria.

A empresa foi a quinta comprada pelo Google, e com isso levanta-se mais uma vez a questão: O Google conseguirá impactar com uma forte concorrente Facebook?

O Facebook continua crescendo, e o novo país “conquistado” por ele foi a Índia. Sim, o segundo maior usuário de Orkut, agora tem como principal rede social a de Zuckerberg.

É fato que esse crescimento surpreende todos e principalmente a maior empresa web do mundo. Com isso, apesar de não comentar, fica claro que a intenção é realmente lançar algo que possa fortalecer mais sua marca. Como fez na última semana com a reformulação do Orkut, mudando um pouco a imagem de privacidade da rede social. Fato, aliás, que é muito criticado no facebook, e já comentamos aqui.

Certamente o Google logo anunciará alguma rede social que baterá de frente com o maior rival, contando que desde o ano passado a empresa já investiu em 25 empresas.

Nos resta aguardar uma grande surpresa?

Comentar Tags: , , ,

Sabemos que a web é baseada em nomes para localização (URL), protocolo de transferência (HTTP) e uma linguagem de hipertextos (HTML) utilizada para publicar o conteúdo. E é da evolução dessa linguagem que falaremos aqui hoje.

O HTML é uma linguagem de marcações que utiliza um conjunto de elementos (tags) conectados, podendo ser imagens, vídeos, áudios, documentos, etc, tornando um simples documento em um emaranhado de informações textuais e multimídia.

Com o tempo, a mesma foi evoluindo, havendo várias versões de HTML, onde foram propostas mudanças e melhorias, enriquecendo as possibilidades de linguagem. Sendo assim, o HTML deve ser entendido de forma universal, sendo adaptado a vários meios de acesso.

Com a chegada do HTML5, a evolução da linguagem trará um diferencial importante do já existente, como a semântica ao incorporar tags estruturais de layout (header, footer, article, etc.), além das melhorias na implementação do código. Também facilitará a manipulação dos elementos via Javascript ou CSS, fornecendo ferramentas adequadas e possibilitando a modificação de características dos objetos de forma não intrusiva, fazendo com que o website continue leve e funcional.

A facilidade na organização das tags também reflete na otimização dos sites, afetando diretamente os mecanismos de busca e tornando a estrutura mais prática e dinâmica.

A interatividade é mais uma vantagem do HTML5, já que propõe eliminar a necessidade de instalação de plugins e também permitir embutir vídeos com facilidade, validar formulários e manipular imagens.

Ao invés de linguagens unilaterais, elas serão aceitas em muitas plataformas, e alguns produtos já aceitam as linguagens em larga escala como o Ipad, por exemplo. Também é válido lembrar que as equipes de desenvolvimento dos browsers com maior market-share estão participando ativamente do desenvolvimento do HTML 5 e isso é muito bom, pois cada vez mais, novos navegadores renderizarão uma mesma página de forma idêntica, o que não acontece atualmente.

Alguns efeitos e animações que eram restritos ao Flash serão possíveis no HTML5, e mostramos aqui um belo exemplo do uso da linguagem no videoclipe da banda canadense Arcade Fire, que estourou nas mídias sociais nesta semana.

Agora sabemos como a evolução da linguagem nativa da web é importante, e que o HTML5 está chegando para acrescentar muita coisa no cotidiano dos profissionais da web. A única lamentação é a espera para que essa realidade, enfim, se torne viável. Nos resta aguardar!

Comentar Tags: ,

A privacidade sempre foi um ponto de discussão dentro das redes sociais. Se você está lá, você está sujeito à exposição constante, por opção, claro. Mas o que se questiona o tempo todo são as suas informações disponíveis no site. Privacidade e conectividade podem andar juntas?

O levantamento dessa questão fez com que quatro estudantes de ciência da computação, de Nova York, desenvolvessem a idéia de uma rede descentralizada, que permitisse que dois computadores se conectassem sem a ajuda de um servidor central. Ou seja, as informações trocadas seriam entre um computador e outro diretamente.

A idéia do Diaspora surgiu, inicialmente, quando o Facebook sofreu as maiores críticas sobre a falta de privacidade, e o intuito era que essa história mudasse. Sendo assim, o projeto começou a ser desenvolvido seriamente pelos estudantes, e acabou ganhando destaque na mídia.

O Diaspora tem como objetivo principal fornecer a privacidade dos usuários das redes sociais como Facebook e Twitter, de forma que o compartilhamento de informações entre os computadores não necessitasse de um servidor único, contanto que as máquinas tivessem o programa instalado em seu site ou provedor de hospedagem. A princípio o Diaspora estará disponível apenas para download, com planos de um portal comum bem simplificado em breve.

Antes do acesso ao portal, os desenvolvedores pretendem ganhar a simpatia do público, dando total controle de suas informações das redes já existentes num provedor de confiança. Enquanto ainda funcionar como aplicativo, a principal ferramenta será de importação dos dados das grandes redes sociais. Após isso, fala-se em integração com outros serviços, como open ID, voIP e mensagens instantâneas.

Basta saber, agora, se o Diaspora chegará a ser um desafio para o Facebook. A importância da rede, a princípio, é oferecer uma alternativa aos incomodados com a política de privacidade da grande rede, e não ser uma concorrência.

As informações detalhadas sobre a funcionalidade do Diaspora ainda é segredo, porém o blog da rede divulgou sua estréia mundial: 15/09. Em duas semanas saberemos exatamente se é mesmo possível manter a privacidade dentro das redes sociais.

Comentar Tags: , ,

O mercado web está constantemente evoluindo, e o design de interfaces não poderia deixar de acompanhá-lo. A cada dia nos deparamos com o crescimento tecnológico nas ferramentas de elaboração de interfaces. Os sites estão cada vez mais interativos, práticos e além de tudo atraentes.

O internauta de hoje procura exatamente isso. Um site que seja bonito, prático, interativo e de fácil navegação. E como fazer com que a beleza do design esteja sempre ligada à navegação funcional? Como tornar um site cada vez mais personalizado?

Há algum tempo, um bom site era aquele que impactava visualmente, a imagem super valorizada. Um site com informação demasiada não era tão bem aceito. Hoje isso já é discutido.

Como qualquer meio de comunicação, um site é uma forma de expor conteúdo, assim como jornais e revistas. Hoje a realidade da web 2.0 é outra, tendo em vista que o internauta deseja participar do site, não só ler o que está escrito nele.

E foi então que a o design de interfaces precisou de uma grande mudança no desenvolvimento. O estudo do comportamento web 2.0 fez com que os desenvolvedores adotassem novos métodos de layout de interfaces, buscando cada vez mais interatividade e usabilidade na navegação.

Uma boa interface hoje conta com detalhes importantes que não se podem deixar passar. Como um tamanho bom de hiperlink, que seja estrategicamente visível, destacando-se com as imagens icônicas, que exemplificam a página de destino.

É muito importante buscar a dinâmica entre site e usuário, tendo espaço para a participação do próprio, como votações, comentários e colaboração de conteúdo.

Grandes sites contêm um grande número de páginas, deixando a navegação muitas vezes confusa. O correto, hoje, é tudo estar mais acessível, com uma boa visibilidade para quem navega. As páginas de navegação precisam estar ligadas uma a outra, facilitando a leitura, sem perder tempo no acesso a muitas páginas. Nas imagens abaixo destaca-se tais formas de usabilidade:


Os formulários de buscas bem elaborados é um diferencial, trazendo uma leitura eficaz, com fontes grandes e tipografia adequada para cada público. Simples, não é?

A usabilidade é essencial nos sites de hoje; é o que o consumidor espera e realmente usufrui. Um site que não segue essa evolução tende a não agradar o internauta e sofre rejeição.

A melhor maneira de usar um design de interface bonito é dar usabilidade a ele. Hoje nós sabemos como fazer isso, e temos todas as ferramentas possíveis e disponíveis para colocar em prática.

Veja alguns exemplos de usabilidade em alguns de nossos projetos:

Revista Habitare

Citroën Notre Dame

Enlace Noivas

01 Comentário Tags: , , , , , ,


É com muita satisfação que a Softdesign inicia mais uma etapa com novos projetos para quatro grandes clientes!

São eles: At Home,  Ecil, Transbrasiliana e ViaRondon.

At Home disponibiliza a mais moderna solução de integração e controle digital de residência, trazendo praticidade e conforto com um único clique no controle remoto.

A Ecil é uma empresa tradicional situada em Piedade, fundada em 1929, que fabrica vários tipos de sensores e sistemas digitais.

A concessionária ViaRondon administra o trecho  oeste da Rodovia Marechal Rondon.  Assim como a concessionária Transbrasiliana, que é responsável pela administração do trecho paulista da BR-153 que se estende da divisa de São Paulo/ Minas Gerais à divisa São Paulo/Paraná. As duas concessionárias já são nossos clientes, e satisfeitos com o atual projeto, apostam mais uma vez em nossos serviços.

Quatro clientes potenciais que temos o prazer em trabalhar, com novos desafios, novas propostas e buscando, sempre, a evolução constante.

Comentar Tags: ,

A Softdesign participou ontem (23/08) de uma palestra apresentada aos alunos do curso técnico de web, no Senac  – Sorocaba/SP, para a disciplina de Empreendedorismo.

A palestra, ministrada pelo diretor comercial Odenir Henrique Júnior, foi voltada ao tema da disciplina. Mostrou a linha histórica da agência, apontando os erros e acertos nas decisões tomadas ao longo dos anos de existência, e o quanto essas decisões impactaram em seus resultados. Assim, foi citada, também, a importância em trabalhar com conceito, planejamento e estratégia, tendo uma equipe unida e dedicada.

A importância em termos passado essa experiência para os novos profissionais de web que estão por vir, também vale para nós mesmos! É sempre gratificante dividir toda nossa evolução e aprendizado que ainda vivemos todos os dias!

Agradecemos a oportunidade de plantar essa semente em cada novo profissional que também se dedicará nessa área promissora, e desejamos que sempre haja muito o que colher desse mercado em constante evolução!

01 Comentário Tags: ,

O Facebook lançou na semana passada uma nova ferramenta de localização chamada: Facebook Places. O serviço foi desenvolvido com as já atuantes FourSquare, Yelp, entre outras empresas do setor, e com ele é possível compartilhar onde você está, saber quais amigos estão perto de você e descobrir novos lugares através de seus amigos. Também é possível ser informado sobre algum evento próximo ao lugar que está.

Esse tipo de serviço já é popular, e o Twitter já havia lançado no começo do ano o Twitter Places, também em parceria com as mesmas empresas, onde você pode twittar a sua localização.

Tanto o Twitter Places como o Facebook Places são opcionais como aplicativos para celular, e é possível adicionar, também, os lugares freqüentados caso ainda não estejam adicionados. Escolhendo esta opção, ou mesmo a de “check-in” para encontrar o local já existente, você é levado para uma página de aviso de segurança, onde é explicado que você está prestes a compartilhar sua localização.

É possível a configuração para restringir ou aumentar seu compartilhamento, mas o Facebook garante a segurança do serviço, tendo como opção o check-in visível apenas para amigos. Os lugares só poderão ser marcados após o usuário ter feito o check-in, e somente quem estiver em sua lista poderá saber o local freqüentado.

O assunto está sendo discutido e há opiniões divididas sobre o aplicativo. De fato não é uma grande surpresa, sendo que não é um serviço novo, e como existe a boa sacada em alcançar estabelecimentos para anúncios – que a cada dia cresce dentro do facebook – a rede não poderia ficar de fora.

Usar ou não o aplicativo depende do usuário. As vantagens estão claras, e discutir privacidade dentro das redes sociais já é irrelevante.

Por enquanto, No Brasil, só usamos o Twitter Places. O Facebook Places só está disponível, ainda, nos Estados Unidos. Aguardemos.

Comentar Tags: , ,

Se pesquisarmos no Google ou em qualquer ferramenta de busca online sobre as redes sociais, encontraremos milhares de artigos explicativos, positivos e alguns apontando os erros possíveis ao estar participativo dentro das redes.

Certo, já temos conteúdo o suficiente para saber o que são e o que não fazer dentro delas. E mesmo assim encontramos pesquisas que apontam o receio de muitas empresas brasileiras em ingressar nas redes sociais, sendo que no inicio do ano foi revelado a participação de 17% de empresas paulistanas participativas em uma amostra de 500 gestores.

Agora nos perguntamos: Por quê?

Podemos citar vários cases que deram certo e alguns outros que não. Mas o fato é que nos dias de hoje a web 2.0 já tomou conta do cotidiano brasileiro, e não há como fugir dessa realidade.

A internet tornou-se o meio de comunicação mais visto do mundo, e hoje já sabemos que não ter um site é não ter informação suficiente a oferecer. Então nos aprofundamos na cultura atual, de como as pessoas usam a internet, de como a internet está presente em suas vidas, e principalmente, onde as pesquisas apontam o maior tempo gasto dentro dela:
redes sociais.

Os internautas são consumidores, fato. Não estamos falando de e-commerce, e sim do relacionamento. Esses que estão usando o Orkut, postando no Twitter ou qualquer que seja a rede social, estão expondo exatamente o que são e o que querem. E qual a melhor oportunidade para uma empresa, de qualquer porte que seja, em fazer uma boa imagem e conseqüentemente vender mais, do que saber o que realmente seu consumidor quer?

São as redes sociais que dão a oportunidade de uma empresa andar junto com seu cliente, fazer junto o melhor para ambos, trocando informações constantemente. Não importa se existirão críticas, de qualquer forma elas existem, e a melhor maneira de lidar com elas é ter um bom relacionamento com quem a fez/faz.

Se você fizer um outdoor mal feito, uma página de revista mal feita, um jingle mal feito, as criticas existirão da mesma forma, com a diferença de um delay de informação, o qual dificulta a rapidez em resolver o problema.

Os consumidores 2.0 querem estar envolvidos com o que consomem; querem ter informação rápida; querem atendimento adequado ao seu dia-a-dia.

Se sua empresa não está nas redes sociais, ela também não está preocupada com o que faz a empresa crescer: seu consumidor. E isso é um grande erro que, daqui em diante na cultura atual, não poderá mais ocorrer. Não estar nas redes sociais, em algum tempo, será quase um suicídio.

Os riscos em falar algo errado ainda existe, claro. Como em qualquer mídia. Mas também, como em qualquer mídia, há profissionais treinados e competentes para trabalhar nas redes sociais como mídia. Há profissionais empenhados em fazer com que as mídias sociais só tragam bons resultados, e cada vez mais lucro para sua empresa.

As redes sociais acabam sendo um boca-a-boca virtual, e o que sempre ouvimos foi “a melhor propaganda é o boca-a-boca”. Então pra que ficar fora delas?

Comentar Tags: ,

Desde o surgimento dos telefones móveis com acesso à internet, o mercado web viu-se obrigado a adaptar-se ao novo modo de visualização de seus sites.

É fato que nesses anos todos de crescimento no mercado de telefonia móvel, a facilidade de obter um aparelho fez com que o inevitável acontecesse: empresas investissem em mobile marketing.

Contudo, a evolução tecnológica estimula novas formas de comunicação mobile, sejam por aplicativos para celular, publicidade móvel e principalmente sites adaptados para a navegação.

Nos anos 90, as empresas que desenvolviam sites, pesquisavam as melhores formas de programar novas tecnologias. Hoje a tendência é pesquisar a programação direcionada aos celulares, já que há uma pesquisa que revela que até 2013 o acesso por mobile ultrapassará o PC.

Não é surpresa pra ninguém esse crescimento, sendo que hoje todos sabem que em todos os lugares, em qualquer momento, você tem nas mãos o acesso a seu email, às suas redes sociais e até mesmo ao pagamento de uma conta.

Mas a questão é como fazer que esses sites caibam no seu celular, e que sua visibilidade seja exatamente como em seu PC.

Um website para mobile não é simplesmente uma miniatura de um site comum, é bom deixar isso bem claro. Quando você navega em seu celular, você precisa saber que por trás do website que você está acessando houve um desenvolvimento adequado, e não uma simples adaptação.

Existem formas corretas de desenvolver um site para mobile: porcentagens, medidas relativas, lay-outs específicos, minimização, etc. Há formas corretas de elaboração para a usabilidade, acessibilidade, renderização. Enfim, diferente de um desenvolvimento convencional.

O mercado mobile é uma realidade em crescimento, e investir nele é um grande passo para a sua própria evolução.

A Softdesign também desenvolve websites para mobile, e procura constantemente mais conhecimento para oferecer!

Comentar Tags: , ,

Navegando, como de costume, pelas redes sociais que tanto amamos, nos deparamos com algumas noticias muitíssimo interessantes que nos chamou a atenção para o fato tão comentado no momento: Online X Offline.

Para levantarmos o assunto, contaremos aqui um pouco de algumas ações que estão sendo realizadas mundo afora.

Ontem (16/08) começou a ser divulgada a ação de uma agência promocional israelense chamada Promarket , que faz um trabalho muito bom e inovador em seu país.

The Coca-Cola Village é um acampamento de verão patrocinado pela Coca-Cola que acontece em Israel pelo terceiro ano consecutivo, e, neste ano com a ajuda da agência, resolveu ousar um pouco na ação adaptando o real para o virtual: A ferramenta “Curtir” do Facebook.

Como? Todos os jovens participantes do acampamento ganhavam pulseirinhas que transmitem um sinal por RFID, onde compartilhavam automaticamente suas informações para a rede social.

No Brasil, algumas ações que aconteceram recentemente, como GPS na caixa do OMO e da página do Facebook do ARIEL, já provaram que as campanhas online e offline podem e devem ter uma boa integração.

No caso do OMO – Promoção experimente algo novo, observamos uma estratégia inusitada, onde os consumidores não encontram o brinde, e sim são encontrados por ele. Você comprava o sabão em pó, levava para casa e sendo o premiado, em pouco tempo, promotores estariam na sua porta com um prêmio (uma câmera fotográfica ou uma viagem, no caso).

A ação do ARIEL – Descubra Ariel, foi totalmente vinculada à página do Facebook, onde possui vídeos de uma minissérie humorística de seis episódios chamada: “Lavando Roupa Suja com Fernanda Torres”, com a participação da atriz. A página também contém aplicativos e oferece amostras grátis do produto.

As empresas já enxergam cada vez mais a necessidade de entrosamento entre o mundo real e o virtual. E, como já era previsto, em uma boa campanha não devem mais existir as barreiras entre o online e o offline.

Comentar Tags: , ,